
Católicos em todo o Brasil têm um compromisso no final deste mês: participar da Coleta Nacional da Solidariedade, no Domingo de Ramos, dias 28 e 29 de março, em todas as paróquias e comunidades. Trata-se de um dos gestos concretos de conversão quaresmal proposto pela Campanha da Fraternidade (CF), que este ano tem como tema “Fraternidade e Moradia”.
Na cerimônia de lançamento da CF 2026, em fevereiro, o Padre Jean Poul Hansen, Secretário-Executivo das Campanhas da CNBB, destacou que a CF propõe aos fiéis cinco ações fundamentais: assumi-la nas comunidades; intensificar a oração pelos que sofrem com a falta de moradia; praticar o jejum que se converta em solidariedade; fortalecer a ação sociopolítica; e participar da Coleta Nacional da Solidariedade.
COMO SÃO DISTRIBUÍDOS OS VALORES COLETADOS?
Toda paróquia deverá repassar à sua diocese a íntegra do que arrecadar na Coleta Nacional da Solidariedade nas missas do Domingo de Ramos e nas celebrações vespertinas de 28 de março. Na sequência, caberá à diocese/arquidiocese destinar 40% deste total ao Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). Os 60% restantes nela permanecem para compor o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS).
O FNS foi criado em 1998, durante a 36° Assembleia Geral da CNBB, e é gerido por um conselho gestor para ser aplicado em ações e projetos sociais nos âmbitos nacional, regional e local, com o acompanhamento do Departamento Social da CNBB. Já o FDS é de responsabilidade de cada diocese.